segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Torta Levíssima de Legumes

Bom dia!!!

Pra começar a semana e aquela promessa de dieta, irei postar uma receita de torta de legumes bem leve que peguei no blog www.naminhapanela.com e fiz com muito receio, pois confesso não sou muito boa em torta, seja ela doce ou salgada, não sei se o motivo é não ser muito fã. Mas, essa deu certo, ficou ótima. APROVADA!!!

Ingredientes

01 cenoura pequena;
01 tomate;
200g de queijo branco; (Usei ricota)
50g de brócolis;
Salsa e cebolinha.

Cozinhe todos os ingredientes do vapor, depois de pronto reserve.

Junte 04 gemas, 1/2 xícara de leite (usei desnatado), 02 colheres de sopa de requeijão light, 01 colher de chá de sal e 01 de curry.
Misture tudo e adicione os legumes que foi cozido ao vapor.
Bata 04 claras em neve e misture ao creme. Coloque num refratário e coloque um fio de azeite antes de ir ao forno.
Retire assim que estiver levemente dourada.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mousse de Chocolate Amargo

Oi,

Gente, mais uma receita simples e sem ser muito doce (já que não gosto). Uma perfeição pra quem ama chocolate...
 

Ingredientes:

- 170g de chocolate amargo em barra com 70% de cacau (ou meio amargo)

- 80ml de leite integral
- 1 gema
- 4 claras
- 01 colher de açúcar
Pique o chocolate e coloque para derreter em banho-maria (ou 30min no microondas). Em outra panela, ferva o leite. Assim que o choco derreter, retire do banho-maria, acrescente o leite e mexa bem. Adicione a gema e misture. Bata as claras em neve, acrescentando aos poucos o açúcar. Verifique a temperatura do chocolate, vc deve sentir uma leve sensação de calor. Com um pão duro incorpore um terço das claras ao creme de chocolate e vá adicionando o restante, nem as poucos e mexa lentamente!!!
Super aprovado!

Festival Recife Sabor & Arte 2011

Os sabores do mundo vão aportar na capital pernambucana com o Recife Sabor & Arte 2011, festival promovido pela Abrasel-PE, que este ano traz como tema “Gastronomia do Mundo”. O evento começa nesta quinta-feira (15) e vai até o dia 30 de setembro em 44 restaurantes da Região Metropolitana do Recife.

Para a ocasião, cada restaurante apresenta um prato principal e uma sobremesa em homenagem à culinária de um país. A coordenação do festival estabeleceu valores máximos de R$ 50 para o prato principal e R$ 15 para as sobremesas. Já consagrado como parte do calendário gastronômico e turístico local, o Recife Sabor aquece a economia. A expectativa é que, durante o festival, as casas participantes tenham um aumento nas vendas de 15%.

:)

COGUMELOS FONTE DE PROTEÍNAS!!!



Shitake e Shimeji reforçam as defesas e são excelente fonte de proteínas 
Shitake e Shimeji. Esta dupla poderosa de cogumelos incrementa qualquer receita, mas não é só o seu paladar que sai ganhando com as duas espécies. Sua saúde também agradece. "O shitake possui como carro chefe nutricional a lentiman, um substância que estimula o sistema imunológico, protegendo o organismo contra doenças.
Outro composto dessa variedade, a eritadenina é conhecida por reduzir as taxas de colesterol. As betaglicanas encontradas em maior quantidade no shitake vem chamando a atenção dos cientistas. São substâncias que estimulam as células de defesa a combaterem infecções e tumores, além de carregarem antioxidantes que barram o processo de envelhecimento celular. Mais um de seus feitos é controlar os níveis de açúcar do sangue, beneficiando quem sofre com o diabetes.  
Já o shimeji é o terceiro cogumelo comestível mais cultivado no mundo. Nos países orientais, acredita-se que a espécie também possui propriedades relativas à redução do colesterol e à prevenção dos problemas hepáticos. Ele também fornece ergosterol, um precursor da vitamina D.

Além disso, os dois tipos carregam uma considerável quantidade de ácido fólico. Em 100 gramas de cogumelo há 1014 mg do nutriente, enquanto a ingestão diária recomendada é de 400 mg. "Estudos mostram que o ácido fólico evita a má formação do feto e más formações congênitas, previnem doenças cardiovasculares, desordens mentais, câncer e o mal de Alzheimer". 
Vale por um bife
Mais um ponto positivo é que, com eles, o cardápio ganha em variedade. Os cogumelos são ótimas fontes de proteínas e tem baixa quantidade de lipídios. "Eles tem tanta proteína quanto na carne vermelha, com a vantagem de ter menos gordura". 

Um bife de 100 gramas de contrafilé carrega cerca de 13 gramas de gorduras, enquanto a mesma quantidade de cogumelo não chega a um grama de gordura. Outra notícia boa. São considerados alimentos de baixa caloria. Em cada 100 gramas de shitake ou shimeji, por exemplo, há apenas 35 calorias. Eles podem ser comprados frescos, em conserva ou secos, e utilizados em pratos variados, como carnes, molhos para massas, saladas, recheios de omeletes e na culinária japonesa. 



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Frango ao Creme de Milho


Olá..

Semaninha começando e nada como uma receita fácil e deliciosa, que agrada a todos e em qualquer hora do dia.

 

Frango

  • 2 peitos de frango (cortados em filezinhos)
  • 1/2 xícara de shoyo
  • 2 dentes de alho amassados (ou picados)
  • 1 cebola picadinha

Creme de Milho

  • 1 lata de milho (com a água que vem nele)
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 copo de requeijão
  • 1 pacote de queijo parmesão

modo de preparo

Tempere o frango com os itens descritos (alho + cebola + shoyo) e frite os filezinhos. Acomode-os num refratário, lado-a-lado, preenchendo todo o fundo do mesmo. Se sobrar algum shoyo do tempero, jogue por cima dos filés.
Bata todos os ingredientes do creme de milho no liquidificador e coloque por cima dos filezinhos, cobrindo com o queijo parmesão, para finalizar.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mitos & Verdades

A maioria das vezes estamos tão concentrados em seguir à risca as inúmeras regras que supostamente pautam o mundo dos vinhos, que deixamos de os aproveitar devidamente. Está na hora de desmistificar essas normas e voltar ao que realmente interessa: desfrutar de um maravilhoso copo de vinho sem preocupações ou restrições.

1. Mito: Os melhores vinhos são os mais caros.
Verdade: Este é um dos mitos mais comuns em torno do vinho e não poderia estar mais errado. Os vinhos encarecem porque o seu produtor ganha uma reputação elevada (fruto do buzz criado à volta do vinho, prémios ganhos, campanhas de divulgação…), tornando-se muito conhecido e isso reflete-se no preço por garrafa. O truque é procurar marcas menos conhecidas e até de regiões menos divulgadas e experimentar, experimentar, experimentar… vai certamente surpreender-se com as pechinchas que poderá encontrar! Veja por exemplo uma lista dos melhores vinhos tintos e brancos portugueses que custam menos de €5.

2. Mito: O vinho branco deve ser servido com peixe e o vinho tinto deve ser servido com carne.
Verdade: Este é um mito igualmente popular e, apesar de representar um bom guia aquando da escolha do melhor vinho para acompanhar uma determinada refeição, não é de todo verdade. Hoje, as combinações entre vinhos (de todas as castas) e comida são infinitas e uma questão de gosto e, como se sabe, os gostos não se discutem…neste caso, provam-se!

3. Mito: O vinho maduro é produzido com uvas maduras, o vinho verde é produzido com uvas verdes.
Verdade: Ao contrário do que muitos possam pensar, o vinho verde não é um tipo de vinho, mas antes uma indicação da região de onde o vinho verde é proveniente (o Minho), ou seja, para a sua produção são utilizadas uvas maduras, tal como nas outras regiões vinícolas portuguesas (Alentejo, Ribatejo, Bairrada, Douro…).

4. Mito: Os melhores vinhos são os mais antigos, as reservas.
Verdade: Não é verdade. São poucos os vinhos que conseguem realmente envelhecer com a qualidade e o sabor desejável e isto porque a maioria dos vinhos tem um prazo de validade: vinho tinto (4 a 5 anos), vinho branco (2 anos), vinho rosé (1 ano). Enquanto os vinhos jovens apresentam sabores mais dinâmicos e frutados, os vinhos mais velhos ostentam um paladar mais maduro e aveludado – sabendo que os vinhos de hoje não são feitos para envelhecer (salvas raras exceções), qual é que preferia degustar

5. Mito: O vinho branco é exclusivamente produzido com recurso a uvas brancas.
Verdade: Por mais incrível que possa parecer, a verdade é que o vinho branco também pode ser produzido com recurso a uvas pretas, isto porque a parte da uva que dá efetivamente cor ao vinho é a sua pele (a polpa é incolor) e, se esta película não entrar em contacto com o mosto, o resultado será um vinho branco ou pelo menos com um tom muito claro.
6. Mito: Um vinho com a indicação "DOC" é superior a um vinho com a indicação "Regional".
Verdade: Estas denominações não são indicadoras da qualidade de um vinho, mas sim de um vinho que foi produzido exclusivamente com castas recomendadas e autorizadas para a região em questão (DOC – Denominação de Origem Controlada); e de um vinho que foi produzido com castas que não foram recomendadas e autorizadas para a região em questão (Regional).
7. Mito: O vinho de mesa só serve para cozinhar.
Verdade: Embora o vinho de mesa seja de qualidade inferior quando comparado com outros néctares, isto não significa que não existam bons vinhos de mesa que possam, efetivamente, ser consumidos à mesa! Muitos vinhos de mesa não são mais do que a mistura de uvas oriundas de duas regiões distintas e cujo resultado pode ser surpreendentemente muito bom! Podem parecer destinados para uso exclusivo na cozinha devido ao seu packaging e preço, mas também pelo facto de o seu rótulo não incluir informação vital sobre o próprio vinho, caso do nome das castas utilizadas na sua produção e a data da sua colheita. Não há nada como pesquisar e provar…
8. Mito: O vinho rosé obtém-se através da mistura de vinho tinto e vinho branco.
Verdade: O vinho rosé obtém-se exclusivamente através de uvas pretas, porém, como a produção deste vinho implica pouco contacto com as películas das uvas, o vinho não chega a ganhar o típico aspeto “tinto”, adquirindo antes um tom rosa claro.
9. Mito: Os melhores vinhos são aqueles que contêm no rótulo palavras como "Colheita Selecionada", "Seleção Especial", "Garrafeira" ou "Reserva".
Verdade: Nem de perto, nem de longe. Estas designações que cobrem um sem número de rótulos de garrafas de vinho são pura estratégia de marketing e não são um indicador da qualidade superior do vinho em questão. As palavras "Reserva" e "Garrafeira" têm outro significado: são normas legais que identificam este vinho como um que concluiu o seu estágio mínimo em barricas e em garrafa – o que não significa, por si só, um vinho melhor.
10. Mito: Apenas o vinho tinto pode ser envelhecido, o vinho branco não.
Verdade: A verdade é que não é bem assim! Embora regra geral, um vinho branco deva ser consumido dentro do prazo de um ano, há sempre exceções à regra e, em Portugal, alguns bons exemplos são o vinho Alvarinho (Monção e Melgaço) ou o vinho Encruzado (Dão). Internacionalmente falando, o célebre vinho branco alemão Riesling é a prova viva de que um vinho branco pode envelhecer lindamente, até aos 50 anos de idade para sermos mais precisos!

Fonte: http://www.clubedevinho.com/