quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mitos & Verdades

A maioria das vezes estamos tão concentrados em seguir à risca as inúmeras regras que supostamente pautam o mundo dos vinhos, que deixamos de os aproveitar devidamente. Está na hora de desmistificar essas normas e voltar ao que realmente interessa: desfrutar de um maravilhoso copo de vinho sem preocupações ou restrições.

1. Mito: Os melhores vinhos são os mais caros.
Verdade: Este é um dos mitos mais comuns em torno do vinho e não poderia estar mais errado. Os vinhos encarecem porque o seu produtor ganha uma reputação elevada (fruto do buzz criado à volta do vinho, prémios ganhos, campanhas de divulgação…), tornando-se muito conhecido e isso reflete-se no preço por garrafa. O truque é procurar marcas menos conhecidas e até de regiões menos divulgadas e experimentar, experimentar, experimentar… vai certamente surpreender-se com as pechinchas que poderá encontrar! Veja por exemplo uma lista dos melhores vinhos tintos e brancos portugueses que custam menos de €5.

2. Mito: O vinho branco deve ser servido com peixe e o vinho tinto deve ser servido com carne.
Verdade: Este é um mito igualmente popular e, apesar de representar um bom guia aquando da escolha do melhor vinho para acompanhar uma determinada refeição, não é de todo verdade. Hoje, as combinações entre vinhos (de todas as castas) e comida são infinitas e uma questão de gosto e, como se sabe, os gostos não se discutem…neste caso, provam-se!

3. Mito: O vinho maduro é produzido com uvas maduras, o vinho verde é produzido com uvas verdes.
Verdade: Ao contrário do que muitos possam pensar, o vinho verde não é um tipo de vinho, mas antes uma indicação da região de onde o vinho verde é proveniente (o Minho), ou seja, para a sua produção são utilizadas uvas maduras, tal como nas outras regiões vinícolas portuguesas (Alentejo, Ribatejo, Bairrada, Douro…).

4. Mito: Os melhores vinhos são os mais antigos, as reservas.
Verdade: Não é verdade. São poucos os vinhos que conseguem realmente envelhecer com a qualidade e o sabor desejável e isto porque a maioria dos vinhos tem um prazo de validade: vinho tinto (4 a 5 anos), vinho branco (2 anos), vinho rosé (1 ano). Enquanto os vinhos jovens apresentam sabores mais dinâmicos e frutados, os vinhos mais velhos ostentam um paladar mais maduro e aveludado – sabendo que os vinhos de hoje não são feitos para envelhecer (salvas raras exceções), qual é que preferia degustar

5. Mito: O vinho branco é exclusivamente produzido com recurso a uvas brancas.
Verdade: Por mais incrível que possa parecer, a verdade é que o vinho branco também pode ser produzido com recurso a uvas pretas, isto porque a parte da uva que dá efetivamente cor ao vinho é a sua pele (a polpa é incolor) e, se esta película não entrar em contacto com o mosto, o resultado será um vinho branco ou pelo menos com um tom muito claro.
6. Mito: Um vinho com a indicação "DOC" é superior a um vinho com a indicação "Regional".
Verdade: Estas denominações não são indicadoras da qualidade de um vinho, mas sim de um vinho que foi produzido exclusivamente com castas recomendadas e autorizadas para a região em questão (DOC – Denominação de Origem Controlada); e de um vinho que foi produzido com castas que não foram recomendadas e autorizadas para a região em questão (Regional).
7. Mito: O vinho de mesa só serve para cozinhar.
Verdade: Embora o vinho de mesa seja de qualidade inferior quando comparado com outros néctares, isto não significa que não existam bons vinhos de mesa que possam, efetivamente, ser consumidos à mesa! Muitos vinhos de mesa não são mais do que a mistura de uvas oriundas de duas regiões distintas e cujo resultado pode ser surpreendentemente muito bom! Podem parecer destinados para uso exclusivo na cozinha devido ao seu packaging e preço, mas também pelo facto de o seu rótulo não incluir informação vital sobre o próprio vinho, caso do nome das castas utilizadas na sua produção e a data da sua colheita. Não há nada como pesquisar e provar…
8. Mito: O vinho rosé obtém-se através da mistura de vinho tinto e vinho branco.
Verdade: O vinho rosé obtém-se exclusivamente através de uvas pretas, porém, como a produção deste vinho implica pouco contacto com as películas das uvas, o vinho não chega a ganhar o típico aspeto “tinto”, adquirindo antes um tom rosa claro.
9. Mito: Os melhores vinhos são aqueles que contêm no rótulo palavras como "Colheita Selecionada", "Seleção Especial", "Garrafeira" ou "Reserva".
Verdade: Nem de perto, nem de longe. Estas designações que cobrem um sem número de rótulos de garrafas de vinho são pura estratégia de marketing e não são um indicador da qualidade superior do vinho em questão. As palavras "Reserva" e "Garrafeira" têm outro significado: são normas legais que identificam este vinho como um que concluiu o seu estágio mínimo em barricas e em garrafa – o que não significa, por si só, um vinho melhor.
10. Mito: Apenas o vinho tinto pode ser envelhecido, o vinho branco não.
Verdade: A verdade é que não é bem assim! Embora regra geral, um vinho branco deva ser consumido dentro do prazo de um ano, há sempre exceções à regra e, em Portugal, alguns bons exemplos são o vinho Alvarinho (Monção e Melgaço) ou o vinho Encruzado (Dão). Internacionalmente falando, o célebre vinho branco alemão Riesling é a prova viva de que um vinho branco pode envelhecer lindamente, até aos 50 anos de idade para sermos mais precisos!

Fonte: http://www.clubedevinho.com/

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Creme de abóbora


Oi,


Quem me conhece sabe o quanto sou fascinada por sopas, cremes, caldos ou consomé... E claro, que elas não podiam ficar de fora da minha cozinha e daqui do blog.
Lá vai uma receita simples, barata, leve e deliciosa pra ser degustada nesses dias de chuva...


Ingredientes:

500g de abóbora cortada em cubos
1  tablete de caldo de carne
4 colheres (sopa) de azeite
1 cebola picada
1 colher (sopa) de alho amassado
1/2 lata de creme de leite
Sal a gosto

Preparo:

Cozinhe a abóbora na água com os tabletes de caldo de carne. Retire a abóbora e reserve o caldo do cozimento. Numa panela, coloque o azeite e amoleça a cebola e o alho. Junte a abóbora cozida e refogue. Desligue o fogo, adicione o creme de leite, bata no liquidificador com a água do cozimento da abóbora e acerte o sal. Sirva com queijo parmesão ralado.


Moranga de Charque

Vamos a nossa receita de hoje, moranga recheada com charque, ou carne de sol, ou carne seca como queiram chamar...

Ingredientes:
 
1 Moranga
400g Charque
1 copo de requeijão light
1 cebola média picada
3 dentes de alho picado
Manteiga
Azeite
Salsa
Sal
Pimenta do Reino

Modo de Preparo
 
Abra uma tampa na moranga e retire as sementes. Cubra com papel laminado e leve ao forno até a polpa ficar macia. Deixe esfriar um pouco e com o auxílio de uma colher, retire a polpa tomando o cuidado para não deixar a casca muito fina. Faça um purê com a polpa e acrescente a manteiga, o sal e a pimenta. Corte a carne em cubos e ferva até ficar macia. Deixe esfriar e desfie. Refogue a carne com azeite, cebola e alho numa panela. Tempere com salsa, sal e pimenta do reino e reserve. Recheie a moranga com o purê, a carne seca refogada e cubra com o requeijão e salsa. Tampe e leve ao forno por 10 minutos. Sirva em seguida.
 
PS. Adicionei uns pedacinhos de queijo coalho que tinha na geladeira... sabe aquele pedacinho que não será utilizado se não for assim???
 
 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Molho Teriyaki

                                                                     Filé de Frango

Pessoal, esse molho ele é muito bom pra dar um ar de requinte no frango de todos os dias ou até em frutos do mar. Fiz e usei num frango apenas selado no azeite e alho em lâminas e usei em lulas com camarão.
Confesso que as duas opções ficaram deliciosas, mas nas lulas deu um sabor diferente... Vou continuar testando e informando vcs.
A receita é bem simples.


                                                                      Lula e Camarão




Ingredientes

1/4 de xícara de shoyu
3 colheres de chá de açúcar
1/4 de xícara de saquê suave
1 colher de chá de gengibre ralado

·    Modo de Preparo
Mistures os ingredientes, leve ao fogo em uma pequena pra panela pra engrossar. Mexa até encorpar.
Só depois misture ao frango ou as lulas. Servi com gergelim pra dar o toque final e bastante pimenta do reino moída na hora (Só pra quem gosta, viu?)

Dica: Vinho Verde


Vinificação tradicional para vinho branco, seguida de fermentação alcoólica a 16ºC durante 7 dias. Este vinho produzido a partir de duas das mais importantes castas brancas da região dos vinhos verdes, revela-se um vinho que alia a frescura dos aromas muito apreciada sobretudo no Verão. Aroma frutado com suaves notas de frutos tropicais. Na boca revela uma presença ácida importante, que lhe confere frescura. O final é suavemente adocicado. A temperatura ideal de consumo situa-se entre 8ºC e os 10ºC. Ideal para acompanhar com pratos de peixe e marisco.
 
 
Eu apreciei bastante... super leve e não precisa estar gelado pra degustar. Além do mais, tem um preço super acessível. Costuma variar de R$ 17,00 a R$ 20,00.
 

Conchiglione aos 4 queijos!

Oi,
Ando meio sumida do blog, mas estou cheia de fotos, dicas e receitas. É que estou com problemas com a internet no trabalho e por isso a dificuldade pra postar, em casa não tenho tempo, a cozinha me consome por inteira.
Comprei essa massa tem um tempo e vivia a paquerá-la, só que com essa onda de dieta, ela era sempre excluída. Mas, domingo é dia de almoço especial resolvi prepará-la. Claro seguindo a linha mais light possível.
Vamos lá...

Ingredientes:
250 g de conchiglione
1 xícara (chá) de queijo ricota
1 xícara (chá) de queijo do reino ralado
1 xícara de queijo parmesão ralado
1 xícara (chá) de requeijão

Molho:
1 lata de tomates pelados
Manteiga
Orégano
Pimenta do reino a gosto
Sal a gosto

Modo de Preparo:
Cozinhe as conchas em água e sal por alguns minutos, sem deixar que quebrem. Escorra a água, volte para a panela (sem ligar o fogo), regue com um pouco de azeite e arrume as conchas 1 a 1 sobre um pano de prato para esfriarem. Em uma vasilha, misture os 4 queijos. Preencha as conchas. Arrume as conchas em um refratário de vidro... com o molho de tomate embaixo pra que os conchigliones continuem o cozimento.

 Molho:
Derreta a margarina em uma panela. Junte o orégano e a pimenta do reino. Aqueça sem deixar ferver. Se desejar coloque um pouco de sal. Distribua o molho no refratário. Polvilhe um pouco de queijo parmesão ralado e leve ao forno preaquecido (180 oC) para gratinar (cerca de 20 minutos). Sirva em seguida.



 

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Batatas ao Murro

Ingredientes

2 batatas grandes
1 l de água
2 colheres (sopa) de sal grosso
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
alecrim a gosto
 

Modo de Preparo

1. Sem descascar as batatas, lave-as bem sob água corrente.

2. Numa panela grande, coloque as batatas com a casca e 1 litro de água. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar por 45 minutos. Transfira as batatas escorridas para um pano de prato limpo.

3. Quando esfriar, com ajuda de um pano de prato dê um murro em cada batata. Elas devem ficar ligeiramente achatadas e abertas.

4. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).

5. No fundo de uma travessa refratária, espalhe metade do sal grosso e disponha as batatas. Salpique o restante do sal, regue com o azeite e polvilhe com o alecrim. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido para assar por 15 minutos. Eu ainda utilizei um pouco de Queijo Cottage que tinha na geladeira e pimenta do reino.